segunda-feira, 14 de maio de 2012

Espiritualidade e Corpo.


Texto compartilhado na íntegra do Blog do Prof Norberto Garin,
assunto que foi tema de nossa aula de sexta feira no mestrado em Reabilitação e Inclusão,
rendendo bons e esclarecedores debates.
Obrigado Professor Garin pelo texto e pelos ensinamentos.

ESPIRITUALIDADE E CORPO
ANO 02 – Nº 426


A aula de ontem no mestrado de Reabilitação e Inclusão foi sobre o tema da espiritualidade, considerando os estudos sobre inclusão laboral e a saúde do trabalhador. Parte do debate observava a particularidade do tema, visto que, na maior parte das vezes, os cursos de pós-graduação não focalizam temáticas desse gênero. Infelizmente, a percepção cartesiana/newtoniana domina os estudos nesse nível. Entretanto, os mestrados do IPA possuem essa visão inclusiva e holística da realidade.
A certa altura do debate nos questionamos sobre a localização da espiritualidade. Estaria ligada ao cérebro? Quem sabe a espiritualidade pode ser encontrada no coração? Se estivéssemos vivendo na era clássica grega poderíamos conjeturar que a espiritualidade se localizasse no fígado? É interessante que fazemos uma hierarquia de órgãos do corpo e esses que fizeram parte do nosso questionamento poderiam ser considerados que estão entre os mais nobres. Entretanto, por que não questionar se a espiritualidade poderia se localizar no intestino? Poderia estar nos pulmões? E por que não no sistema circulatório? A verdade é que nossa mente esquematizada tende a procurar um lugar porque sem uma localização objetiva não consegue esquadrinhar.
Evidentemente que a resposta mais normal será o coração. Basta ligar uma TV numa canal que esteja transmitindo um programa religioso e o pregador vai se dirigir aos telespectadores com um apelo incisivo formulado mais ou menos assim: “Como está o teu coração? Ele é a morada de Deus!”.
Pois é, fui justamente essa uma das preocupações do nosso debate. Alguém ou alguma instituição tem o direito de se considerar ‘proprietária’ da espiritualidade? Quem concedeu às religiões a exclusividade da patente da espiritualidade? Para falar de espiritualidade é necessário falar de Deus?
De fato, o que aconteceu e acontece é que boa parte das religiões se apoderaram da ‘espiritualidade’ e a deturparam a partir de interesses, muitas vezes escusos e sustentados pela sedição de poder. Com isso contaminaram o tema da espiritualidade, que a simples menção dele no meio acadêmico, pode provocar urticarias e certos cientistas.
É necessário descontaminar a percepção e o estudo da espiritualidade. Ele não é ‘reserva de mercado’ de nenhum segmento e boa parte do que se tem pregado sobre isso não tem valor nenhum.
A espiritualidade não está localizada aqui ou ali porque ela faz parte do humano e não de uma parte do ser humano. Como é impossível separar uma parte do humano é impossível separar espiritualidade. Quando falamos em coração, falamos em espiritualidade; quando falamos em fígado, falamos em espiritualidade; quando falamos em cérebro falamos em espiritualidade; quando falamos em pé, em mão, em cabelo, em sentimento, em ódio, em emoção etc., falamos em espiritualidade. É independente de credos ou religiões. Ela é indivisível, inseparável, inalienável ao ser humano.

Votos de um sábado repleto de espiritualidade.
Matéria Original: Blog do Prof Garin

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Gargalhadas contra a dor

Gargalhadas contra a dor,April 26th, 2012 by Revista Pilates

Estudos que saíram do forno mostram que o ditado é velho, mas funciona como se fosse a última novidade da ciência: rir (ainda) é o melhor remédio.

Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, atesta que a risada aumenta a tolerância à dor. Um primeiro grupo de voluntários assistiu a vídeos cômicos, enquanto outra metade dos participantes viu programas bem chatos. Após a sessão, os especialistas provocaram sensações dolorosas nas duas plateias. Aqueles que deram gargalhadas puderam suportar até 10% mais dor do que os clinicamente entediados.

“O humor é capaz de diminuir as dores devido à liberação de endorfina”, acredita Robin Dunbar, autor do experimento e diretor do Instituto de Antropologia Cognitiva e Evolutiva da Universidade de Oxford. A endorfina é um hormônio que gera euforia, atenuando o incômodo físico e o estresse psicológico. A pesquisa inglesa mostra ainda que existem risadas e risadas em relação à química do bem-estar. “O riso relaxado e social é o único que funciona. Já o polido, que soltamos por educação, não tem efeito nenhum”, sinaliza Dunbar.

A antropóloga Mirian Goldenberg, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, observa: “A risada é uma chave para a intimidade, contato físico e emocional”. Ou seja, rir nos aproxima. Mirian destaca a importância do humor para uma boa qualidade de vida. “Ele é um meio de comunicação, que provoca um verdadeiro prazer físico e mental.”

Especialistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desvendaram outro elo, dessa vez entre as gargalhadas e o aumento do calibre dos vasos sanguíneos. Os voluntários tiveram que assistir a dois filmes, um violento e outro de comédia. Os cientistas perceberam que o fluxo de sangue crescia 22% nas risadas e diminuía 35% durante as cenas de tensão. Por isso, Michael Miller, autor da pesquisa e diretor do Centro de Cardiologia Preventiva da universidade americana, sugere uma dose diária de risadas. “Para obter o melhor efeito para o coração, devemos rir até chorar”, diz o especialista. A cardiologista Patrícia Oliveira, do Instituto do Coração de São Paulo, finaliza: “Quando os vasos ficam dilatados, a pressão cai e há uma diminuição de outros fatores por trás do risco de doenças cardiovasculares”. O peito vai bater de alegria.

Para rir à toa

Indicada para todas as idades, a risoterapia ganha cada vez mais adeptos como uma maneira de superar problemas e encarar o mundo sob uma nova perspectiva. “Nós nos baseamos na risada das crianças. Os pequenos riem com o corpo, e não por meio do intelecto”, conta Mari Tereza, uma das fundadoras do Clube da Gargalhada, em Belo Horizonte (MG), grupo pioneiro na América Latina. O riso é induzido por meio de exercícios respiratórios, sons, mímicas e, principalmente, contato olho a olho. Em três meses, o indivíduo já começa a sentir os resultados do bom humor.

fonte: saude.abril.com.br
Matéria Original

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Pilates para surfistas

Hoje muitos atletas de alto rendimento e amadores vêm buscando o Pilates como complemento dos treinos, e os surfistas não poderiam ficar fora dessa!


Muitos surfistas apresentam dor principalmente na região lombar e cervical devido o posicionamento na prancha durante longos períodos de treino, isso é decorrente talvez de desvios posturais ou mesmo da fraqueza da musculatura.

Veja o que a prática do Pilates pode fazer pelo surfista:
· Melhora da Respiração: o método resgata a importância da respiração correta para a prática. Devido à vida agitada, as pessoas passaram a respirar mais rápido e de forma incompleta, ou seja, o ar não chega a atingir a parte inferior do pulmão, região onde a troca gasosa é mais eficiente, por isso o trabalho da respiração tridimensional no Pilates é fundamental para os surfistas também;
· Melhora da concentração: alguns exercícios tem papel fundamental na prevenção de dores através de movimentos funcionais, aliviando assim qualquer desconforto, melhorando a postura e consciência corporal;
· Melhora da mobilidade articular, focando principalmente nos exercícios de força excêntrica.
· Fortalecimento do centro, (Oblíquos, Transverso do Abdômen, Assoalho Pélvico e Multífidos), podendo assim evitar futuras lesões na região Lombo Pélvica;
· Melhora do equilíbrio, trabalhando em superfícies instáveis, para desafiá-lo em diversas posições;
A prática também proporciona uma coluna mais saudável de modo a aumentar o equilíbrio corporal. O que podemos concluir que o Pilates trará muitos benefícios, principalmente por serem exercícios dinâmicos onde sempre buscaremos o alinhamento ideal dentro do movimento, assim poderá evitar as temidas dores nas costas e na cervical.

Matéria Original

Por: Paulo Genioli (Educador Físico, Certificado Internacionalmente pela STOTT PILATES e Instrutor de Pilates da Pilates StudioFit) e Rafaela Porto.

Prana Personal Training


quarta-feira, 2 de maio de 2012

'A gente colhe o que planta'

Se você acreditar que tem mil anos, você tem mil anos.
A realidade não esta fora, ela esta dentro.
Uma semente por exemplo, pode ser guardada por mil anos, mas ela só vai crescer se você a plantar.
Esta mesma semente pode até dar origem a toda uma floresta.
O crescimento é interno e a natureza se expande em direção ao que flui e ao que você acredita.
O tempo é uma realidade que não esta fora de si e só quem olha para dentro enxerga a preciosidade da vida.
Pensamentos são sementes que se materializam somente se plantadas no coração.
Tanto para o mal ou tanto para o bem, não existe uma lei específica.
Você colhe o que planta na profundidade do que acredita.


Matéria Original

A corrida é um dos esportes mais populares da atualidade.



A corrida é um dos esportes mais populares da atualidade – não exige grandes investimentos e ainda pode ser feita em qualquer lugar a qualquer hora. O que nem todo mundo sabe é que cada período do dia oferece vantagens e desvantagens que podem afetar o desempenho do praticante. “A umidade do ar, a concentração da poluição e até mesmo a temperatura são fatores que devem ser levados em conta na hora de definir um horário para incluir o esporte na rotina”, aponta o personal trainer Rafael Lago, da Test Trainer.Por isso, conversamos com especialistas e comparamos os pontos positivos e negativos de correr de manhã e de noite. Confira!

Temperatura
Manhã: “Os primeiros horários da manhã costumam ser os de temperatura mais amena e, portanto, os mais recomendados para correr”, aponta o personal trainer Rafael. Segundo ele, o calor excessivo a partir das 10 horas causa maior desgaste físico e pode levar ao hiperaquecimento corporal, ocasionando queda da pressão arterial e até desmaio

Noite: sem sol, esse período do dia geralmente é mais frio. Porém, o ar gelado costuma deixar os músculos mais contraídos, sendo necessário, portanto, um alongamento caprichado antes de começar a corrida.

Umidade
Manhã: procure horários do dia em que a umidade do ar esteja razoável, pois, quando está baixa, pode afetar o desempenho do corredor, principalmente se ele sofrer de problemas respiratórios, como a rinite. “O ar seco precisa ser umedecido pelas vias aéreas nasais, podendo causar irritação, o que prejudica a respiração do atleta”, explica a cardiologista e médica do esporte Silvana Vertematti, do Hospital Edmundo Vasconcelos.

Noite: como o oxigênio é um dos combustíveis que permitem a prática de exercícios, a pessoa pode perder o ritmo se a respiração estiver prejudicada. À noite, a umidade do ar também pode estar baixa. Por isso, procure escolher treinar após uma chuva no fim da tarde, por exemplo.

Poluição
Manhã: a cardiologista especializada em medicina do esporte Isa Bragança, da CardioMex, sugere correr no período da manhã para ficar menos exposto à poluição, já que a movimentação de carros é menor na madrugada. “No período da noite, o ar estará carregado de poluentes de carros, motos e caminhões, o que pode atrapalhar a respiração de quem está treinando”, afirma.

Noite: nesse período, o ar fica carregado de gás carbônico e pobre em oxigênio. A alta concentração de poluentes pode desencadear acessos de tosse, irritação nasal e até uma dor de cabeça. Segundo a cardiologista, é melhor optar por sábados e domingos, que costumam ser menos poluídos do que os dias de semana.

Perigos
Manhã: de acordo com o personal trainer Rafael Lago, correr na rua é extremamente perigoso seja de manhã ou de noite pela falta de respeito dos motoristas. Mesmo assim, o dia oferece uma vantagem: “Você consegue ver obstáculos com mais clareza e ser visto mais facilmente por quem está dirigindo”, lembra.

Noite: a menor visibilidade aumenta o risco de acidentes. O mais indicado é optar por parques ou praças que tenham piso liso e que sejam bem iluminados.

Roupa
Manhã: “O ideal é usar roupas claras, que absorvem menos calor”, recomenda a cardiologista Isa Bragança. Ela também recomenda abusar do filtro solar e usar acessórios como óculos de sol e boné nas primeiras horas do dia.

Noite: não há qualquer restrição de cor, segundo a cardiologista. Mas fique atento ao tipo de vestuário – e isso vale para o período da manhã também. Usar peças muito justas e pouco elásticas, por exemplo, impede uma boa movimentação.

Alimentação
Manhã: grande parte das pessoas que pratica exercícios pela manhã parte para o trabalho em seguida, o que exige tempo cronometrado para cada atividade. Com disciplina, entretanto, é possível seguir a agenda sem problemas. O problema surge quando o atleta acorda um pouco mais tarde e decide pular o café da manhã para não atrasar o cronograma. “Seu corpo gasta energia até mesmo enquanto você dorme e, por isso, precisará de nutrientes ao despertar”, alerta Silvana Vertematti.

Noite: quem não consegue seguir os horários da manhã à risca pode obter mais vantagens ao correr à noite. O treino provavelmente será depois do expediente e, com isso, haverá tempo de sobra para planejar a alimentação adequada.

Relógio biológico
Manhã: não adianta. Algumas pessoas simplesmente não funcionam no período da manhã. Segundo Isa Bragança, o relógio biológico individual deve ser levado em conta no momento de definir o horário da corrida. “Para algumas pessoas o parece dobrado se feito de manhã”, brinca. Neste caso, prefira correr à noite, quando sua concentração é maior e seu desempenho certamente será melhor.

Noite: Se você é do tipo que não consegue dormir cedo e costuma ser mais ativo no período noturno, então provavelmente seu rendimento na corrida também seria maior de noite. Mas fique atento a sua rotina. Chegar em casa exausto todos os dias desestimula prática do exercício nesse período.

Matéria Original
Fonte: site minha vida