sábado, 21 de abril de 2012

Joseph Hubertus Pilates (1880-1967)


Joseph Hubertus Pilates (1880-1967), criador do método por ele chamado de Contrologia, nasceu na Alemanha. Sua infância foi marcada pela fragilidade de seu estado de saúde: apresentava asma, raquitismo e febre reumática.



Ainda jovem especializou-se em anatomia, fisiologia, cultura física. Dedicou-se à tarefa de se tornar fisicamente forte e saudável.
Pilates já estava 50 anos à frente do seu tempo. Sua definição para um bom condicionamento físico é a obtenção e manutenção do desenvolvimento uniforme do corpo, saúde mental e ser capaz de realizar com facilidade suas atividades diárias.
Um grande diferencial de seu método é a ativação do " centro de forças" do corpo ou CORE (abdômen, coluna e região pélvica, também chamado de “powerhouse”) associado à respiração lenta sentindo o abdômen e encolhendo-o ao máximo — como se o umbigo fosse colar nas costas — e as costelas fechando em direção ao centro. Este trabalho de contração, estabiliza a pelve e coluna, auxiliando a reabilitação de áreas com fraqueza muscular com maior eficiência.

É importante dizer que o método Pilates não se centra em exercícios padronizados, servidos como uma receita reutilizável de sujeito para sujeito. O método segue o princípio da individualidade. Os exercícios são modificados conforme o nível de condicionameto, aptidões físicas e objetivos de cada pessoa.

Os especialistas dizem ser a ginástica mais eficiente de todos os tempos, e já é praticada há mais de 80 anos. No entanto, só nas últimas décadas se popularizou por todo o mundo.

Alguns detalhes durante a execução de uma aula de Pilates são importantes: ninguém faz movimentos automáticos e repetitivos, pelo contrário, cada aluno adquire uma perfeita consciência de todos os músculos que está trabalhando.
"O rigor técnico é o grande segredo" já dizia Pilates .



"Após as 10 primeiras aulas, o praticante sente que o corpo mudou;
após 20 aulas, que as mudanças são visíveis ;
após 30, as demais pessoas começam a notar as mudanças."

Matéria Original

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Rua x Esteira: um olhar mais técnico.

Rua x Esteira: um olhar mais técnico.


Há corredores que se sentem mais motivados com as paisagens e a movimentação de pessoas durante uma corrida ao ar livre, mas vão para a esteira quando a chuva aperta. Outros não abrem mão da segurança e do conforto da academia, mas acabam dando uma volta lá fora para fugir do tédio.

Desta vez, fomos atrás de um especialista no assunto. Quais as vantagens e desvantagens de cada modalidade? Com a palavra, o ortopedista Cristiano Laurino:

NA ESTEIRA

Vantagens
- Dá para controlar velocidade, distância, inclinação e gasto calórico mesmo sem um relógio com GPS;
- Faça chuva ou sol, seja noite ou dia, nada vai atrapalhar sua corrida;
- As articulações sofrem menos, já que o equipamento é um amortecimento extra;
- O terreno é livre de obstáculos como raízes, buracos e superfícies escorregadias, que podem causar quedas e torções;
- Filmes e programas de TV entram como um fator de distração.

Desvantagens
– Mais monótona;
Você não faz curvas, muda de direção ou corre em descidas;
Ao invés de correr, você saltita;
Os músculos posteriores da coxa não ficam tão definidos;
Trabalha pouco a consciência da postura, dos movimentos e das partes do corpo;
Qualquer momento de distração pode acabar no chão;
É mais caro, já você vai precisar ter o equipamento em casa ou investir numa mensalidade de academia.

NA RUA

Vantagens
– Os treinos são mais parecidos com as competições;
– Você fica um corredor mais resistente, independente das condições do tempo, local do treino, etc.;
– Você não precisa mexer num botão para acelerar e parar;
– Conhece lugares novos;
– Faz amigos;
– A sensação de bem estar não tem preço.

Desvantagens
– As articulações precisam suportar de 2 a 3 vezes o peso corporal, o que aumenta o risco de lesões;
– Você pode desenvolver alguma doenças relacionada à poluição;
– É menos seguro.

Matéria Original
Escrito por Carolina Cagno, Nike Blogger

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Novas evidências indicam que a meditação fortalece o cérebro.

Novas evidências indicam que a meditação fortalece o cérebro.


Estudos anteriores feitos pela Universidade da Califórnia (UCLA), nos Estados Unidos, já haviam sugerido que meditar durante anos torna o cérebro mais espesso e fortalece conexões entre células cerebrais.

As novas pesquisas feitas pela mesma equipe californiana revelaram ainda mais benefícios associados à prática. Os resultados foram publicados pela revista Frontiers in Human Neuroscience.

O cientista Eileen Luders e seus colegas do Laboratory of Neuro Imaging da UCLA dizem ter encontrado indícios de que pessoas que meditam durante muitos anos têm quantidades maiores de dobras no córtex cerebral do que pessoas que não meditam. Isso poderia acelerar o processamento de informações.

A equipe também encontrou uma relação direta entre a quantidade de dobras e o número de anos durante os quais a pessoa meditou.

Isso pode talvez ser mais uma prova da neuroplasticidade do cérebro - a habilidade do órgão de se alterar, ou se adaptar, em resposta a estímulos externos.

Córtex

O córtex é a camada externa do cérebro e tem papel fundamental na memória, atenção, pensamento e consciência.

Os dobramentos corticais são o processo pelo qual a superfície do cérebro se altera para criar sulcos e dobras. Sua formação pode promover e melhorar os processos nervosos.

Presume-se, portanto, que quanto mais dobras se formam, maior a capacidade do cérebro de processar informações, tomar decisões e formar memórias.

"Em vez de simplesmente comparar pessoas que meditam com as que não meditam, queríamos ver se havia uma relação entre a quantidade de prática da meditação e o grau de alteração do cérebro", disse Luders. "Quer dizer, associar o número de anos de meditação com a incidência das dobras".

Testes

Os pesquisadores fizeram exames de ressonância magnética em 50 praticantes de meditação - 28 homens e 22 mulheres. Esse grupo foi comparado a outro, de não praticantes, com idade e sexo equivalentes.

Os praticantes haviam meditado em média 20 anos. Os tipos de meditação eram variados, entre eles, Zen e Vipassana.

A equipe disse ter encontrado grandes diferenças na incidência das dobras em participantes que praticavam meditação.

Para os pesquisadores, a revelação mais interessante foi a correlação positiva entre o número de anos de meditação e a quantidade de dobras, especialmente em uma estrutura do cérebro conhecida como ínsula.

Sabe-se que essa estrutura está associada às emoções humanas. E que lesões na ínsula podem resultar em apatia, perda de libido e alterações na memória.

"Talvez (a descoberta) mais interessante tenha sido a relação positiva entre o número de anos de meditação e a quantidade de dobramentos insulares".

Emoção e raciocínio

Luders mencionou estudos anteriores que indicam que a ínsula funcionaria como um integrador entre a emoção e o raciocínio.

"Pessoas que meditam são conhecidas por serem mestras em introspecção e consciência, assim como em controle emocional e autorregulação, então os resultados fazem sentido - quanto mais tempo alguém medita, maior a incidência das dobras na ínsula".

Luders adverte que fatores genéticos e ambientais podem ter contribuído para os efeitos observados.

Ainda assim, "a relação positiva entre as dobras e o número de anos de prática dá suporte à ideia de que a meditação aumenta a incidência das dobras".



Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Hábitos para ter um sono tranquilo

Doze hábitos para ter um sono tranquilo

Ter um sono tranquilo é essencial para manter a saúde em dia. Veja algumas dicas para garantir esses benefícios e ter uma vida mais saudável




1. Durma sempre no mesmo horário todos os dias.

2. Mantenha-se no peso adequado, pois com o excesso de peso as chances de apresentar ronco e apneia (falta de respiração durante o sono) são maiores.

3. Evite alimentos como café, guaraná, energéticos, alguns refrigerantes e chás mate, preto e verde, pois possuem cafeína que é um estimulante e pode provocar insônia.

4. Cuidado com medicamentos que contenham cafeína. Eles poderão tirar o seu sono.

5. Consuma chás. Os chás de ervas (menos mate, preto e verde) ajudam a relaxar, mas não devem ser ingeridos muito quentes.

6. Evite beber muito líquido antes de dormir, pois inevitavelmente precisará ir ao banheiro.

7. Evite o cigarro e o álcool. O álcool pode agravar casos de ronco e apneia, já que provoca o relaxamento dos músculos da traqueia.

8. Prefira comidas leves antes de dormir, pois facilitam a digestão. Evite a ingestão de comidas gordurosas como frituras em geral e o consumo de grandes quantidades de alimentos antes de dormir.

9. Prefira se exercitar durante o dia, pois no período da noite pode atrapalhar o seu sono.

10. Caso o sono não apareça, levante-se e tente fazer alguma outra atividade relaxante que não seja assistir a televisão (a claridade e o barulho prejudicam o sono tranquilo).

11. Se estiver preocupado com alguma coisa escreva num papel, isso tem o intuito de relaxar e deixar os problemas “de lado”.

12. Mantenha o seu colchão, o travesseiro e a roupa de cama em boas condições para que o momento do sono seja de pleno relaxamento.


Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia
Colaboração: Renata Gonçalves
Nutricionista do GANEP (Grupo de Nutrição Humana)

Atualizado em: 14/02/2012

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